domingo, 30 de janeiro de 2011

Saudade do silencio da madruga, da xícara de café, de sair e não vê caras feias, de deitar no sofá sem me preocupar, de receber elogios da minha mãe, de dormir extremamente tarde e ter que acordar cedo, de alugar seis filmes e assisti-los seguidamente, de levar susto com filme de terror, saudade da grama da escola, de ir pra casa a pé só por ir. Cadê a lua e as estrelas essa noite pra me fazer companhia, sentada no murinho da varanda.

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